Apresentando: ABJA - Associação Brasileira de Jovens Advogados
27/8/09, 10:7 Aproveito este espaço para divulgar uma iniciativa pioneira e que ainda está nos estágios iniciais. ABJA - Associação Brasileira de Jovens Advogados, que tem por missão ser uma referência para jovens profissionais da área do direito, oferecendo um espaço para o intercâmbio de idéias, networking, aprimoramento profissional e busca de novas oportunidades.
Integrado ao site da ABJA, está o IBJA - Instituto Brasileiro de Jovens Advogados, que será uma iniciativa voltada especificamente para a difusão do conhecimento jurídico através da internet, mediante a promoção de cursos de atualização, palestras e seminários.
Acesse a ABJA através do endereço www.abja.com.br e aproveite para tornar-se um Associado Virtual gratuitamente.
Críticas e sugestões são extremamente bem vindas!


O pagamento da indenização por perdas e danos em favor da Microsoft Corporation tinha sido anulado pelo Tribunal de Justiça do estado. A Microsoft recorreu ao STJ, sustentando que a utilização ilícita dos softwares pela empresa ré com o objetivo de obter ganho, vantagem ou proveito econômico violou os direitos do autor. Argumentou, ainda, que, se o usuário final ficar isento de punição, ninguém mais irá adquirir programas originais.
O artigo 103 da referida lei determina que “quem editar obra literária, artística ou científica sem autorização do titular perderá para estes os exemplares que se apreenderem e pagar-lhe-á o preço dos que tiver vendido”. Prevê, ainda, que, não se conhecendo o número de exemplares que constituem a edição fraudulenta, o transgressor pagará o valor de três mil exemplares. No caso em questão, foi possível apurar o número exato de exemplares pirateados.
Em seu voto, o relator da matéria, ministro Fernando Gonçalves, destacou que a Corte já vem aplicando os critérios previstos na Lei n. 9.609 para a quantificação dos danos materiais decorrentes da utilização de programas de computador sem licença.
Ressaltou, ainda, que o fato de a empresa ter comprado programas licenciados após a decretação da sentença não a isenta do pagamento da indenização. Para ele, tal procedimento significa que agora ela está autorizada a utilizar os softwares originais, mas não é suficiente para afastar a condenação pela anterior utilização de programas sem a devida autorização.
Acompanhando o voto do relator, a Turma acolheu o recurso para condenar a empresa paranaense ao pagamento da indenização devida.
abja,
ibja,
jovens advogados in
advocacia 



