Em interessante artigo publicado hoje, o site Law.com analisa o nascente mercado do escritórios de advocacia virtuais. Em Não Sejam Contra a Internet, já tinha me referido ao Virtual Law Partners, escritório de advocacia virtual criado pelo advogado americano Craig Johnson. O VLP foi fundado por 8 sócios e agora conta com mais de 45, sendo que pretendem fechar o ano com 60 advogados associados. Além do VLP, também são citados os casos de sucesso da FBS Legal Counsel e Rimon Law Group. Todas as firmas, a despeito da crise, são lucrativas e vêm apresentado crescimento acima da média nos últimos tempos.
Todos os citados escritórios não possuem uma presença física propriamente dita, sendo que seus advogados e consultores operam diretamente de casa, reunindo-se através de vídeoconferência e poupando assim milhares de dólares em custos inerentes aos imóveis empresariais. Desta forma, não só o escritório aumenta sua margem de rentabilidade, como os clientes também recebem uma fatura mensal consideravelmente menor do que o usual.
Em quanto tempo será que o conceito de Law Firm 2.0 chega definitivamente ao Brasil?
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