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<!--Generated by Squarespace Site Server v5.11.5 (http://www.squarespace.com/) on Sun, 01 Aug 2010 03:06:19 GMT--><rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:rss="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:cc="http://web.resource.org/cc/"><rss:channel rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/"><rss:title>Advtecno</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/</rss:link><rss:description></rss:description><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:date>2010-08-01T03:06:19Z</dc:date><admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.squarespace.com/">Squarespace Site Server v5.11.5 (http://www.squarespace.com/)</admin:generatorAgent><rss:items><rdf:Seq><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/7/26/conselho-julgara-todos-os-processos-pela-internet.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/5/19/capital-fluminense-ja-conta-com-mais-seis-varas-federais-vir.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/5/7/tribunal-isenta-livros-eletronicos-de-tributos.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/4/9/marco-civil-da-internet.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/2/14/stf-mobile.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/26/dinheiro-real-e-virtual.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/11/migalhas-da-imunidade-tributaria-aplicavel-aos-leitores-de-l.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/7/artigo-da-imunidade-tributaria-aplicavel-aos-leitores-de-liv.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2009/12/14/advogados-e-juizes-no-podem-ser-amigos-no-facebook.html"/><rdf:li rdf:resource="http://www.advtecno.com/advtecno/2009/11/25/acesso-aos-autos-virtuais-liberado-no-stj.html"/></rdf:Seq></rss:items></rss:channel><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/7/26/conselho-julgara-todos-os-processos-pela-internet.html"><rss:title>Conselho julgará todos os processos pela internet</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/7/26/conselho-julgara-todos-os-processos-pela-internet.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-07-26T20:54:14Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois de alterar radicalmente toda a sua estrutura e funcionamento no ano  passado, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) - antigo Conselho de Contribuintes - prepara-se agora para entrar na era do processo  eletr&ocirc;nico. O &oacute;rg&atilde;o, &uacute;ltima inst&acirc;ncia administrativa para se recorrer de multas  tribut&aacute;rias, iniciou a integra&ccedil;&atilde;o de seu sistema com o da Receita Federal, para n&atilde;o  mais receber recursos em papel. Com isso, a partir de 2011, ser&aacute; poss&iacute;vel  realizar todas as sess&otilde;es de julgamento do &oacute;rg&atilde;o por meio virtual, evitando o deslocamento de conselheiros. O primeiro teste foi realizado na semana  passada. <br /> <br /> O sistema permitir&aacute; que os conselheiros realizem os julgamentos de seus Estados, e os debates sejam feitos por meio de c&acirc;meras e bate-papo  eletr&ocirc;nico. Uma das vantagens &eacute; que os advogados poder&atilde;o fazer as sustenta&ccedil;&otilde;es orais  nas unidades estaduais do Carf, sem necessidade de se deslocar at&eacute; Bras&iacute;lia.  A inova&ccedil;&atilde;o s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel com os processos j&aacute; em meio virtual. Os  julgamentos ser&atilde;o abertos para acompanhamento do p&uacute;blico em um site espec&iacute;fico na  internet. <br /> <br /> Na primeira simula&ccedil;&atilde;o de julgamento realizada no Carf, cada conselheiro permaneceu em uma sala diferente, e um conselheiro foi nomeado moderador  do debate, a exemplo do que deve acontecer quando o sistema entrar em funcionamento. De acordo com o presidente do Carf, Carlos Alberto  Freitas Barreto, as sess&otilde;es virtuais reduzir&atilde;o os custos com deslocamentos, j&aacute;  que apenas cerca de 20 dos 216 conselheiros moram atualmente em Bras&iacute;lia.  "Com as sess&otilde;es virtuais, ser&aacute; poss&iacute;vel realizar um n&uacute;mero bem maior de julgamentos", diz Barreto. <br /> <br /> Para se tornar completamente virtual, o Carf j&aacute; come&ccedil;ou a digitalizar  seu acervo, que possui 75 mil processos, que ocupam tr&ecirc;s andares do Edif&iacute;cio Alvorada, no setor comercial de Bras&iacute;lia, onde est&aacute; localizada a sede do  &oacute;rg&atilde;o administrativo. Atualmente, chegam por m&ecirc;s cerca de tr&ecirc;s mil processos  dentro de malotes. <br /> <br /> Os processos atualmente em tr&acirc;mite no Carf representam R$ 220 bilh&otilde;es em discuss&otilde;es relativas a cr&eacute;ditos tribut&aacute;rios. As mudan&ccedil;as come&ccedil;aram no  ano passado, ap&oacute;s a altera&ccedil;&atilde;o estrutural do &oacute;rg&atilde;o. A reforma unificou tr&ecirc;s Conselhos de Contribuintes e distribuiu os conselheiros - respons&aacute;veis  pelos julgamentos - em tr&ecirc;s se&ccedil;&otilde;es, quatro c&acirc;maras e oito turmas. Em um  esfor&ccedil;o conjunto com a Receita federal, os sistemas eletr&ocirc;nicos de processos  come&ccedil;aram a ser integrados em janeiro. Hoje, h&aacute; dez delegacias da Receita Federal  que encaminham para o &oacute;rg&atilde;o os recursos por meio eletr&ocirc;nico. <br /> <br /> Dentre essas unidades, est&aacute; a regional de Bel&eacute;m, no Par&aacute;, Feira de  Santana, na Bahia, e Ribeir&atilde;o Preto, em S&atilde;o Paulo. Cerca de 45% dos processos t&ecirc;m  origem nos Estados de S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro. Nesses Estados, por&eacute;m, apenas  as delegacias da Receita especializadas na &aacute;rea financeira - que envolvem o sistema  banc&aacute;rio e corretoras - enviam os recursos de forma eletr&ocirc;nica. <br /> <br /> O Carf pretende acabar com todo o estoque em papel. Essa tarefa j&aacute;  come&ccedil;ou a ser colocada em pr&aacute;tica pelos pr&oacute;prios funcion&aacute;rios do conselho. De  acordo com o presidente do &oacute;rg&atilde;o, para que se atinja a meta de acabar com 70% do  estoque de 75 mil processos at&eacute; dezembro, ser&aacute; preciso a contrata&ccedil;&atilde;o de  funcion&aacute;rios terceirizados. Os tr&ecirc;s andares utilizados para guardar os processos  devem dar lugar a novos espa&ccedil;os para o &oacute;rg&atilde;o. "O envio de processos de forma  virtual trar&aacute; mais celeridade para os julgamentos", diz Barreto. De acordo com ele, muitas vezes ocorre de um recurso enviado de uma representa&ccedil;&atilde;o  estadual do Carf para Bras&iacute;lia por correio n&atilde;o chegar a tempo, e o processo acaba  sendo retirado de pauta na &uacute;ltima hora, para a surpresa de advogados que se  deslocam de outros Estados para acompanhar o julgamento. <br /> <br /> No ano passado, o Carf julgou 15 mil processos. De acordo com Barreto, a  meta para 2010 &eacute; de 22 mil julgamentos - no primeiro semestre, foram 9,2 mil decis&otilde;es. O mau funcionamento do site do conselho, reclama&ccedil;&atilde;o constante  dos advogados que atuam no &oacute;rg&atilde;o, tamb&eacute;m deve ser solucionado no segundo  semestre. "A ideia &eacute; ter informa&ccedil;&otilde;es quase em tempo real, incluindo os resultados dos julgamentos", afirma Barreto.</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/5/19/capital-fluminense-ja-conta-com-mais-seis-varas-federais-vir.html"><rss:title>Capital fluminense já conta com mais seis varas federais virtuais</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/5/19/capital-fluminense-ja-conta-com-mais-seis-varas-federais-vir.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-05-19T13:20:31Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia processo digital processo virtual</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<div class="ExternalClassE1C2A417A2E641C4BB0013295D33C0BE">
<div style="text-align: justify;">Desde  a segunda-feira, 17 de maio, as 18&ordf;, 19&ordf;, 20&ordf;, 21&ordf;, 22&ordf; e 23&ordf; Varas  Federais do Rio de Janeiro operam como varas eletr&ocirc;nicas. A prepara&ccedil;&atilde;o  dessas unidades da Justi&ccedil;a Federal para processar e julgar autos sem  papel deixa a 2&ordf; Regi&atilde;o pr&oacute;xima de completar a meta da virtualiza&ccedil;&atilde;o  total: at&eacute; agora, 116, ou quase 91% dos 127 &oacute;rg&atilde;os jurisdicionais  (incluindo varas, juizados e turmas recursais do&nbsp; Rio de Janeiro e do  Esp&iacute;rito Santo) j&aacute; s&atilde;o digitais. A perspectiva &eacute; que o trabalho seja  conclu&iacute;do at&eacute; julho deste ano.</div>
<div style="text-align: justify;"><br />Nos autos virtuais, da peti&ccedil;&atilde;o  inicial &agrave; senten&ccedil;a, todos os documentos s&atilde;o digitalizados e ficam  imediatamente dispon&iacute;veis para&nbsp; consulta na p&aacute;gina da Se&ccedil;&atilde;o Judici&aacute;ria  do Rio de Janeiro (<a href="http://www.jfrj.jus.br/">www.jfrj.jus.br</a>).</div>
<div style="text-align: justify;"><br />Transpar&ecirc;ncia, agilidade no tr&acirc;mite das causas, economia para os  ccofres p&uacute;blicos e redu&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental s&atilde;o&nbsp; as principais  vantagens da cria&ccedil;&atilde;o de varas e juizados eletr&ocirc;nicos. Transpar&ecirc;ncia  porque os processos podem ser&nbsp; consultados&nbsp; na &iacute;ntegra pela internet.  Agilidade porque na justi&ccedil;a virtual os procedimentos cartor&aacute;rios podem  ser simplificados, os servidores podem ser realocados das tarefas  burocr&aacute;ticas para atividades processuais mais t&eacute;cnicas e complexas e  tamb&eacute;m&nbsp; porque a consulta pela rede pode ser feita simultaneamente pelas  partes, eliminando a necessidade de que sejam concedidos&nbsp; prazos  individuais para vistas de cada interessado. E, finalmente, economia e  redu&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental porque saem de&nbsp; cena os processos com  centenas, e at&eacute; milhares de folhas de papel.</div>
<div style="text-align: justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div>
<div style="text-align: justify;">Vale lembrar  que, atualmente, nas varas eletr&ocirc;nicas, o advogado preenche um cadastro  e, partir da&iacute;, j&aacute; pode&nbsp; protocolizar pela internet peti&ccedil;&otilde;es  intercorrentes, ou seja, pedidos referentes a processos que j&aacute; estejam  em andamento. Por&nbsp; enquanto, as peti&ccedil;&otilde;es iniciais ainda devem ser  apresentadas em papel, mas assim que s&atilde;o entregues, os documentos s&atilde;o  digitalizados. O cadastramento tamb&eacute;m garante ao advogado acessar na  p&aacute;gina da Justi&ccedil;a Federal a consulta a todas as pe&ccedil;as do&nbsp; processo.</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">﻿</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/5/7/tribunal-isenta-livros-eletronicos-de-tributos.html"><rss:title>Tribunal isenta livros eletrônicos de tributos</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/5/7/tribunal-isenta-livros-eletronicos-de-tributos.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-05-07T14:59:54Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia ebooks livros digitais</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A editora de uma tradicional escola de ingl&ecirc;s paulista conseguiu na Justi&ccedil;a uma liminar que a libera do pagamento de Imposto de Renda (IR) e Contribui&ccedil;&atilde;o Social sobre o Lucro L&iacute;quido (CSLL) relativos &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o de livros em CDs e DVDs. A liminar &eacute; um precedente importante, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; CSLL, por ser uma das primeiras nesse sentido. Al&eacute;m disso, com a chegada de livros eletr&ocirc;nicos ao mercado brasileiro a discuss&atilde;o desse tipo de tributa&ccedil;&atilde;o torna-se ainda mais relevante. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) recorreu da decis&atilde;o, mas ainda aguarda julgamento.<br /> <br /> A Constitui&ccedil;&atilde;o Federal pro&iacute;be que a Uni&atilde;o, os Estados ou munic&iacute;pios instituam impostos sobre "livros, jornais, peri&oacute;dicos e o papel destinado a sua impress&atilde;o". Assim, a imunidade em rela&ccedil;&atilde;o ao IR sobre livros em papel &eacute; pac&iacute;fica. Mas sobre m&iacute;dias eletr&ocirc;nicas ainda n&atilde;o. Em decis&otilde;es monocr&aacute;ticas, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem entendido que n&atilde;o h&aacute; imunidade sobre m&iacute;dias eletr&ocirc;nicas. Em recente decis&atilde;o, o ministro Dias Toffoli declarou que a jurisprud&ecirc;ncia da Corte &eacute; no sentido de que a imunidade do IR s&oacute; valeria para os livros em papel.<br /> <br /> No processo, o desembargador Nery J&uacute;nior decidiu pela isen&ccedil;&atilde;o, considerando a finalidade do dispositivo constitucional. "A norma que prev&ecirc; a imunidade visa facilitar a difus&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es e cultura, garantindo a liberdade de comunica&ccedil;&atilde;o e pensamento alcan&ccedil;ando os v&iacute;deos, fitas-cassetes, CD-Rom, entre outros", disse.<br /> <br /> Ao reacender a pol&ecirc;mica, a recente decis&atilde;o pode levar a discuss&atilde;o para o Pleno do Supremo. &Eacute; o que defende o advogado Jos&eacute; Fernando Cede&ntilde;o de Barros, do escrit&oacute;rio Sant'Anna e Cede&ntilde;o Advogados, que representa a editora na causa. "A interpreta&ccedil;&atilde;o &eacute; extensiva aos livros eletr&ocirc;nicos. N&atilde;o importa o suporte comercial", diz. O impacto no crescente mercado de livros eletr&ocirc;nicos tamb&eacute;m pode influenciar, avalia o advogado. "No Brasil, o custo de um livro de ingl&ecirc;s em papel varia de R$ 80 a R$ 100. O eletr&ocirc;nico custa no m&aacute;ximo R$ 12."<br /> <br /> A PGFN recorreu e defende que a liminar n&atilde;o analisou a quest&atilde;o de que a Constitui&ccedil;&atilde;o s&oacute; fala em imunidade de impostos e n&atilde;o de contribui&ccedil;&otilde;es. "Al&eacute;m disso, a Constitui&ccedil;&atilde;o s&oacute; prev&ecirc; imunidade em rela&ccedil;&atilde;o a livros em papel, eletr&ocirc;nicos n&atilde;o", argumenta a procuradora-chefe regional Juliana Furtado Costa Ara&uacute;jo. Segundo o advogado Eduardo Botelho Kiralyhegy, do Negreiro, Medeiros &amp; Kiralyhegy Advogados, no TRF da 4&ordf; Regi&atilde;o tamb&eacute;m h&aacute; decis&otilde;es favor&aacute;veis &agrave; imunidade do IR sobre m&iacute;dias eletr&ocirc;nicas. "Mas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; CSLL, a liminar &eacute; inusitada", diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Valor</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/4/9/marco-civil-da-internet.html"><rss:title>Marco Civil da Internet</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/4/9/marco-civil-da-internet.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-04-09T14:56:45Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma vers&atilde;o preliminar do Marco Civil da Internet brasileiro est&aacute;  dispon&iacute;vel para consulta p&uacute;blica no endere&ccedil;o   <a href="http://culturadigital.br/marcocivil/" target="_blank">http://culturadigital.br/marcocivil/</a> . L&aacute;, qualquer pessoa poder&aacute; participar comentando cada artigo do  projeto. Para isso, &eacute; preciso apenas preencher um cadastro no F&oacute;rum da  Cultura Digital, rede social mantida pelo Minist&eacute;rio da Cultura. A  consulta p&uacute;blica permanecer&aacute; aberta por 45 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de lei re&uacute;ne regras para determinar direitos e deveres e  responsabilidades de internautas, provedores de acesso e atua&ccedil;&atilde;o do  Estado no ambiente virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, as proposi&ccedil;&otilde;es do Marco  Civil est&atilde;o organizadas em pouco mais de 30 artigos a partir de tr&ecirc;s  temas centrais: garantia &agrave;s liberdades e prote&ccedil;&atilde;o aos direitos dos  usu&aacute;rios, responsabilidades dos atores que participam da internet e o  papel do Estado no desenvolvimento da web como ferramenta social.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da consulta p&uacute;blica, o texto ser&aacute; organizado pela SAL e  pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Faculdade  Getulio Vargas (FGV). A inten&ccedil;&atilde;o, segundo o MJ, &eacute; encaminhar o projeto  de lei ao Congresso Nacional at&eacute; junho.</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
<p>﻿</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/2/14/stf-mobile.html"><rss:title>STF Mobile</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/2/14/stf-mobile.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-02-14T12:28:46Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia STF celulares</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span class="full-image-float-left ssNonEditable"><span><img src="http://www.advtecno.com/storage/bancoImagemSco_IA_120025.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1266150569549" alt="" /></span></span>Depois da transmiss&atilde;o das sess&otilde;es plen&aacute;rias, dos canais oficiais do YouTube e do <em>Twitter</em>, o Supremo Tribunal Federal oferece agora um novo servi&ccedil;o <em>online</em>&nbsp;de comunica&ccedil;&atilde;o &ndash; o STF <em>Mobile</em>&nbsp; &ndash;&nbsp;com o qual o usu&aacute;rio poder&aacute;&nbsp; acessar, pelo telefone celular, os tr&ecirc;s servi&ccedil;os mais buscados na <em>homepage</em> da Corte: a consulta processual, a consulta &agrave; jurisprud&ecirc;ncia e as not&iacute;cias. Para utilizar o STF <em>Mobile</em>, &eacute; preciso que o usu&aacute;rio disponha de um telefone celular com dispositivo de acesso &agrave; Internet (tamb&eacute;m chamado <em>smartphone</em>). <br /> &nbsp;<br /> De acordo com o secret&aacute;rio de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o do Supremo,&nbsp;L&uacute;cio Melre, para oferecer o STF <em>Mobile</em>, foi feito um levantamento dos servi&ccedil;os mais acessados na Internet, que s&atilde;o a consulta ao andamento dos processos, &agrave; jurisprud&ecirc;ncia e &agrave;s not&iacute;cias. &ldquo;O STF <em>Mobile</em> &eacute; uma adapta&ccedil;&atilde;o do <em>site</em> do Supremo para acesso pelo celular. Como n&atilde;o poder&iacute;amos oferecer todos os servi&ccedil;os, selecionamos os de maior procura." <br /> <br /> Para acessar o STF <em>Mobile</em>, basta que o usu&aacute;rio que tenha celular com acesso &agrave; Internet digite <a href="http://m.stf.jus.br/">http://m.stf.jus.br</a>.</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/26/dinheiro-real-e-virtual.html"><rss:title>Dinheiro real e virtual</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/26/dinheiro-real-e-virtual.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-01-26T12:13:48Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia dinheiro virtual mmorpg</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Suprema Corte da Coreia do Sul criou na semana passada um precedente jur&iacute;dico que pode revolucionar o j&aacute; agitado mundo dos gigantescos games online e mundos virtuais. Numa senten&ccedil;a, o tribunal decidiu que o dinheiro virtual dos games pode ser legalmente trocado por dinheiro real no pa&iacute;s.</p>
<p style="text-align: justify;">A decis&atilde;o pode gerar um terremoto na ind&uacute;stria de games, j&aacute; que at&eacute; agora as transa&ccedil;&otilde;es de troca de cibermoedas por dinheiro de verdade - inclu&iacute;do a&iacute; o "gold farming", ou obten&ccedil;&atilde;o de ouro e itens nos games por jogadores contratados por terceiros e sua posterior venda em sites - eram, no m&iacute;nimo, consideradas pr&aacute;ticas injustas por quem joga para se divertir.</p>
<p style="text-align: justify;">A Suprema Corte coreana criou a jurisprud&ecirc;ncia ao absolver dois gamers, conhecidos como Kim e Lee, que faturaram aproximadamente $20 milh&otilde;es de wons (US$ 17.489) numa opera&ccedil;&atilde;o de troca de dinheiro virtual por real. Eles compraram centenas de "adens" - a moeda do jogo "Lineage II", um role-playing game online - por uma cota&ccedil;&atilde;o abaixo do mercado e revenderam o dinheiro virtual a milhares de jogadores por wons reais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Decis&atilde;o judicial abre precedente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acusados de operar ilegalmente, Kim e Lee foram indiciados em 2008, e um tribunal local os condenou a pagar multas de milh&otilde;es de wons. No entanto, eles apelaram, e na senten&ccedil;a final o juiz Mil-Il-young declarou que o dinheiro virtual foi obtido pelos gamers lealmente, atrav&eacute;s de seus esfor&ccedil;os no RPG online. E que trocar o dinheiro virtual por real s&oacute; deveria ser punido quando a cibermoeda fosse obtida em jogos de azar online, como p&ocirc;quer e similares.</p>
<p style="text-align: justify;">A decis&atilde;o dividiu os coreanos - segundo o "Korea Times", associa&ccedil;&otilde;es de pais e outras entidades reclamaram que o precedente poderia prejudicar as gera&ccedil;&otilde;es futuras, enquanto representantes da ind&uacute;stria de games comemoraram, dizendo que o futuro desse mercado no pa&iacute;s s&oacute; teria a ganhar.</p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto de Desenvolvimento de Games da Coreia do Sul estima que nos &uacute;ltimos anos cerca de 1 trilh&atilde;o de wons foram movimentados nesse c&acirc;mbio de dinheiro virtual por real. O equivalente a US$ 875 milh&otilde;es. N&atilde;o admira que muita gente esteja de olho no fil&atilde;o - ali&aacute;s, diz o "Times", outra decis&atilde;o judicial, de setembro passado, j&aacute; previa que essas opera&ccedil;&otilde;es deveriam pagar impostos, sendo taxadas em 10% de seu valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Globo</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/11/migalhas-da-imunidade-tributaria-aplicavel-aos-leitores-de-l.html"><rss:title>Migalhas: Da imunidade tributária aplicável aos leitores de livros digitais – Kindle e outros e-readers</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/11/migalhas-da-imunidade-tributaria-aplicavel-aos-leitores-de-l.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-01-11T17:14:54Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia kindle</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p>Tenha acesso <a href="http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=100021">aqui</a> a artigo de autoria publicado no site Migalhas que analisa a tem&aacute;tica da imunidade tribut&aacute;ria dos leitores de livros digitais.﻿</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/7/artigo-da-imunidade-tributaria-aplicavel-aos-leitores-de-liv.html"><rss:title>Artigo: Da Imunidade Tributária Aplicável aos Leitores de Livros Digitais - Kindle e outros E-Readers</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2010/1/7/artigo-da-imunidade-tributaria-aplicavel-aos-leitores-de-liv.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2010-01-07T17:55:40Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia e-books e-readers ebooks ereaders kindle livros digitais</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tenha acesso <a href="http://advtecno.squarespace.com/artigos/Da%20Imunidade%20Tributria%20Aplicvel%20aos%20Leitores%20de%20Livros%20Digitais%20%20Kindle%20e%20outros%20E-Readers.pdf">aqui</a> a artigo que analisa a incid&ecirc;ncia da imunidade tribut&aacute;ria sobre o Kindle e demais E-Readers, bem como faz breve an&aacute;lise e prop&otilde;e atualiza&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Nacional do Livro.</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2009/12/14/advogados-e-juizes-no-podem-ser-amigos-no-facebook.html"><rss:title>Advogados e juízes não podem ser amigos no Facebook</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2009/12/14/advogados-e-juizes-no-podem-ser-amigos-no-facebook.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2009-12-14T12:14:45Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia facebook</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os&nbsp;ju&iacute;zes e advogados da Fl&oacute;rida, nos Estados Unidos, n&atilde;o poder&atilde;o mais ser amigos no Facebook, popular rede social, de acordo com a Comiss&atilde;o de Assessoria &Eacute;tica Judicial. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da ag&ecirc;ncia&nbsp;Associated Press.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos um juiz do sul da Fl&oacute;rida advertiu seus colegas com uma atualiza&ccedil;&atilde;o em seu status no Facebook, dizendo que possivelmente eles deixariam de ser seus amigos, e outros devem fazer o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comiss&atilde;o decidiu que as "amizades online" podem criar a impress&atilde;o de que os advogados t&ecirc;m a capacidade de influenciar ju&iacute;zes que sejam seus amigos. A Comiss&atilde;o concluiu tamb&eacute;m que um juiz pode publicar coment&aacute;rios no site de outro e que, durante as elei&ccedil;&otilde;es judiciais, a campanha dos ju&iacute;zes pode ter "seguidores" entre os quais pode haver advogados.</p>
<p style="text-align: justify;">A determina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se aplica apenas ao Facebook. "Ainda que o Facebook tenha sido usado como exemplo desta opini&atilde;o, ela ser&aacute; aplic&aacute;vel a qualquer site de rede social que requeira a aprova&ccedil;&atilde;o do usu&aacute;rio para inclus&atilde;o de um 'amigo' ou contato no site", explica a Comiss&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Poucos integrantes da Comiss&atilde;o discordam da determina&ccedil;&atilde;o e nesses casos argumentaram que os ju&iacute;zes podem ter amigos no Facebook porque estas rela&ccedil;&otilde;es s&atilde;o mais do tipo de "conhecidos a contatos". Ainda que apenas a corte suprema da Fl&oacute;rida possa ditar o que os ju&iacute;zes podem fazer, os mais prov&aacute;vel &eacute; que a maioria acate a considera&ccedil;&atilde;o por precau&ccedil;&atilde;o, disse Craig Waters, porta-voz do tribunal m&aacute;ximo estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">O juiz Thomas McGrady, que chefia 69 ju&iacute;zes do sexto circuito judicial no condado de Pinellas, fisse que entende o motivo do comit&ecirc; ter chegado a esta conclus&atilde;o: os ju&iacute;zes devem ter uma apar&ecirc;ncia de imparcialidade. "Como ju&iacute;zes podemos ser bons e ter amigos, parte do nosso trabalho &eacute; n&atilde;o deixar que as amizades interfiram de nenhuma maneira em nossas decis&otilde;es", afirmou. "Mas algumas pessoas podem ver que os ju&iacute;zes t&ecirc;m um advogado entre suas amizades no Facebook e podem chegar a pensar que, por ser nosso amigo, n&oacute;s o tratemos com alguma prefer&ecirc;ncia".﻿</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>]]></content:encoded></rss:item><rss:item rdf:about="http://www.advtecno.com/advtecno/2009/11/25/acesso-aos-autos-virtuais-liberado-no-stj.html"><rss:title>Acesso aos Autos Virtuais Liberado no STJ</rss:title><rss:link>http://www.advtecno.com/advtecno/2009/11/25/acesso-aos-autos-virtuais-liberado-no-stj.html</rss:link><dc:creator>Thiago Graça Couto</dc:creator><dc:date>2009-11-25T20:17:05Z</dc:date><dc:subject>Advocacia e Tecnologia processo digital processo virtual</dc:subject><content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) ampliou o a acesso de advogados a c&oacute;pias dos processos. A partir de agora, mesmo o profissional n&atilde;o constitu&iacute;do regularmente na a&ccedil;&atilde;o pode solicitar c&oacute;pias dos autos, desde que estes n&atilde;o estejam pautados para julgamento. Os advogados que possuem certifica&ccedil;&atilde;o digital cadastrada no STJ tamb&eacute;m poder&atilde;o acessar processos pelo e.stj. A determina&ccedil;&atilde;o consta da Instru&ccedil;&atilde;o Normativa n&ordm; 3 assinada pelo presidente da corte, ministro Cesar Asfor Rocha. As mudan&ccedil;as n&atilde;o valem para os processos criminais de compet&ecirc;ncia da Corte Especial e os que tramitam em segredo de Justi&ccedil;a.</p>]]></content:encoded></rss:item></rdf:RDF>